sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Permaneça em silêncio.
Está latejando a porta do meu coração, enquanto os cupim a roem. Cada buraco pequeno causa pequenos estragos, e cada vez mais buracos pequenos, continuam se aglomerando, juntando todos causam um enorme estrago, um coração pontilhado. Não posso aguentar as perguntas, não quero responder os "por que?". Grito tão alto intimamente, minhas cordas vocais vibram pedindo espaço entre meus lábios, mas eles simplesmente não se movem. O silêncio só me mostra o quanto é bom mantê-lo. O gestos, sim cada gesto, não é o suficiente? Meu olho está rindo pra você, meu sorriso falso, multiplicado várias vezes, em diferentes formas. Não há como mudar? Então não tente criticar, já que seu livre arbítrio me diz que eu devo aprender sozinha.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Entrelinhas
- Nunca é difícil ter um começo, saber do que falar. Eu sempre tive a idéia certa do como começar, mesmo demorando um pouco, a imaginação fluía rapidamente, como se eu me encharcasse de poesia, mas não conseguisse marcá-la em papel. O que sempre foi difícil pra mim, a parte do final. Como terminar uma grande história? É tanta responsabilidade, escrever algo que entretem as pessoas, algo que elas falem "ISSO VALE A PENA SER LIDO, RELIDO E REPASSADO", é isso que eu mais quero. Poder encaixar cada começo que eu escrevo, com os devidos finais.
É como se cada palavra que flutuasse em minha cabeça, se afastasse dos pensamentos lógicos, tantas coisas em andamento ao mesmo tempo, que, difícil é escolher o caminho certo das letras arredondadas.
Me imagino encontrando uma porta escura, dentro do meu ser, colapsos de alegria surgindo, como se fosse a salvação do dilúvio, onde atrás da porta obscura e enferrujada, houvesse várias frases prestativas, que estariam dispostas a serem usadas como inspiração, de cada capítulo, dispostas a serem devoradas por leitores interessados e famintos por curiosidade.
O grande problema dos meios, é quando ele está preste a chegar ao fim, é tão difícil saber onde é o fim do meio, e o começo do fim, isso faz minha cabeça girar e apenas apagar por segundos, até voltar ao normal, sem lembrar de nada. Mas como eu disse, eu nunca fui boa com finais.
É como se cada palavra que flutuasse em minha cabeça, se afastasse dos pensamentos lógicos, tantas coisas em andamento ao mesmo tempo, que, difícil é escolher o caminho certo das letras arredondadas.
Me imagino encontrando uma porta escura, dentro do meu ser, colapsos de alegria surgindo, como se fosse a salvação do dilúvio, onde atrás da porta obscura e enferrujada, houvesse várias frases prestativas, que estariam dispostas a serem usadas como inspiração, de cada capítulo, dispostas a serem devoradas por leitores interessados e famintos por curiosidade.
O grande problema dos meios, é quando ele está preste a chegar ao fim, é tão difícil saber onde é o fim do meio, e o começo do fim, isso faz minha cabeça girar e apenas apagar por segundos, até voltar ao normal, sem lembrar de nada. Mas como eu disse, eu nunca fui boa com finais.
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